Com o lançamento de Legacy of the Void, a Blizzard dá fim a um
arco de história iniciado no agora distante ano de 2010. Vendido tanto na forma
de uma expansão quanto de um game que funciona de forma individual, o jogo
apresenta um dos pontos altos da saga espacial que a empresa vem desenvolvendo
há mais de uma década — experiência que vem sendo complementada ao longo dos
anos por uma série de livros e histórias em quadrinhos.
Na terceira parte
da campanha principal, estrelada pelos Protoss, você toma controle de Artanis,
que tem como missão retomar o planeta-natal de sua espécie. Embora inicialmente
essa missão pareça difícil, mas possível, logo ela se mostra mais complexa do
que o esperado graças ao envolvimento do Deus Sombrio Amon, um xel`naga
renegado cujo objetivo é destruir a vida no universo para depois recriá-la à
sua imagem.
Durante a aventura,
o jogador vai reencontrar diversos rostos conhecidos e ganhar uma perspectiva
diferente sobre as vitórias e derrotas que permearam a série desde sua
concepção. Já aqueles que não ligam muito para a história de StarCraft ganham
uma série de melhorias ao modo multiplayer, que permanece uma ótima opção mesmo
que o gênero RTS esteja distante de seus dias de glória.